Dentística Restauradora

Restaurações em resina e porcelana

A melhor restauração devolve ao dente exatamente o que ele perdeu, sem tirar nada além do necessário.

Molares antes, com restaurações metálicas de amálgama, e depois, com restaurações da cor do dente.

A base de tudo

A Dentística Restauradora é a área que devolve ao dente forma, função e aparência depois de uma perda, seja por cárie, fratura, desgaste ou pelo simples envelhecimento de restaurações antigas. É a especialidade do Dr. Bruno Saldini e o alicerce de qualquer trabalho estético, porque uma faceta bonita sobre uma base mal resolvida não se sustenta por muito tempo.

Resina ou porcelana

Nenhum dos dois materiais é superior em todas as situações. O que existe é o material mais adequado para cada dente, em cada momento da vida dele.

  • Resina composta: ideal para perdas pequenas e moderadas. É aplicada diretamente, preserva mais estrutura e pode ser reparada no futuro sem que seja preciso trocar a restauração inteira.
  • Porcelana: indicada para perdas maiores ou quando a estabilidade de cor e a resistência ao desgaste são prioridade. É confeccionada sob medida e colada ao dente.

Em muitos sorrisos, as duas convivem muito bem.

Trocar só quando faz sentido

Uma restauração antiga não precisa ser trocada apenas por ser antiga. Se ela está íntegra, bem adaptada e sem infiltração, pode ser mantida e acompanhada, e essa decisão pesa bastante porque cada troca remove um pouco mais de dente.

Limites e cuidados

Sozinhas, as restaurações não resolvem as causas da perda. Cárie ativa, bruxismo e erosão precisam estar controlados para que o trabalho dure, e a indicação depende sempre de avaliação clínica individual.

Depois do tratamento

Polimentos periódicos, controle da higiene e revisões permitem perceber pequenos desgastes e repará-los enquanto ainda são pequenos. É esse acompanhamento que o Protocolo Z.ELO organiza.

Para quem pode ser indicado

  • Restaurações antigas escurecidas, com infiltração ou bordas manchadas
  • Restaurações metálicas (amálgama) que se deseja substituir, quando há indicação clínica
  • Dentes fraturados ou lascados
  • Cáries que precisam ser removidas e restauradas
  • Perda de estrutura por desgaste ou erosão, em estágio inicial ou moderado

A indicação depende de avaliação clínica individual.

Como funciona

  1. 01

    Diagnóstico de cada dente

    Exame clínico, radiografias quando necessárias e fotografias de detalhe, começando por avaliar se a restauração existente realmente precisa ser trocada.

  2. 02

    Escolha do material

    Resina composta direta, peças indiretas em resina ou em porcelana, conforme o tamanho da perda, a mordida, a estética e a possibilidade de reparo futuro.

  3. 03

    Remoção conservadora

    Remove-se apenas o que está comprometido, e o que é saudável permanece.

  4. 04

    Restauração em camadas

    Anatomia, cor e translucidez são reconstruídas camada por camada, para que a restauração desapareça no conjunto do sorriso.

  5. 05

    Ajuste e acompanhamento

    Ajuste da mordida, polimento e revisões periódicas, que permitem reparar pequenos desgastes antes que exijam uma nova restauração.

Casos clínicos

Naturalidade é critério

Alguns dos casos tratados pelo Dr. Bruno Saldini, publicados com autorização dos pacientes.

Imagens publicadas com autorização por escrito dos pacientes. Responsável técnico: Dr. Bruno Saldini, CRO/RS 15899. Os resultados variam conforme diagnóstico, biologia, hábitos, materiais e manutenção; a indicação depende de avaliação individual.

Perguntas frequentes

Antes da primeira consulta

Preciso trocar minhas restaurações de amálgama?

Não necessariamente. Restaurações de amálgama íntegras e sem infiltração podem ser mantidas, e a troca passa a ser indicada quando há fratura, infiltração, cárie ao redor, trincas no dente ou uma razão estética que a justifique, sempre depois de avaliação.

Qual a diferença entre restauração em resina e em porcelana?

A resina composta é aplicada diretamente no dente, em uma sessão, e pode ser reparada com facilidade. A porcelana é confeccionada fora da boca e colada depois, oferecendo maior estabilidade de cor e resistência ao desgaste em restaurações extensas. No mesmo sorriso, cada dente pode pedir uma solução diferente.

A restauração de resina mancha com o tempo?

Com os anos a resina pode perder brilho e absorver pigmentos, principalmente de café, vinho e tabaco. Polimentos periódicos e pequenos reparos prolongam bastante a sua aparência, e é aí que o acompanhamento faz diferença.

Quanto tempo dura uma restauração?

Não há um prazo único. A durabilidade depende do tamanho da restauração, do material, da mordida, de hábitos como o bruxismo, do risco de cárie e da manutenção ao longo do tempo.

Agendamento

Uma conversa antes de qualquer decisão

A primeira consulta é uma avaliação: ouvir, examinar e explicar as possibilidades com calma. Nenhum tratamento é iniciado sem que você entenda e concorde com o plano.

Rua Luciana de Abreu, 267 · Sala 403
Moinhos de Vento · Porto Alegre (RS)
90570-060

Atendimento com horário marcado. Atendimento exclusivamente particular.